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90 minutos visto do balcão

Wake up

A defesa estava afinada e afinada continuou, mas pedia-se mais do meio-campo para a frente. «Ai querem?Então, tomem lá», rugiu o Leão. Primeiro à bomba, depois com um carrossel ao som de violinos, num final de tarde onde os artistas… Ler mais →

Mellon Collie and the Infinite Sadness

Cinco dias volvidos sobre a vitória frente ao Setúbal, o Sporting voltou a cometer os mesmos equívocos tácticos que quase o fizeram perder pontos na Liga. Desta feita, a entrada de Doumbia e de Bruno Fernandes não agitaram o jogo… Ler mais →

Friday I’m in love

O Vitória chegou a Lisboa e estacionou o autocarro turístico. O Sporting foi desperdiçando oportunidades atrás de oportunidades de castigar este anti-futebol. O resultado, foi um daqueles concertos em que te guardam a canção que queres ouvir para o final… Ler mais →

Start me up

Há muito pormenor por afinar, mas o Sporting venceu sem margem para dúvidas na visita a Aves. Dois golos de Gelson, a classe de William e a omnipresença de Acuña foram sinais mais num arranque de campeonato que promete um Leão… Ler mais →

O fuínha, as girafas amarelas e um Leão cheio de alma

«Caramba, isto é lá forma da festa começar?!?», terão perguntado os mais desprevenidos, face à enorme assobiadela com que foi brindado o hino da Champions. Mas era, era mesmo assim que os Leões e Leoas espalhados pela bancada mostravam que… Ler mais →

Tantas saudades que eu tinha deste Sporting…

Ensinaram-me que, se possível, devo despachar primeiro as coisas que me desagradam por isso, se não se importarem, vou pegar no jogo pelo final. Ou melhor, pelo que se seguiu ao jogo e que me chegou aos ouvidos no caminho… Ler mais →

O trio maravilha e as coisas nos devidos lugares

Eu sei o que é que estás a pensar: tivemos uma sorte do caraças! Primeiro, apanhámos uma equipa fragilizada num momento em que tanto precisávamos. Depois, lesiona-se um gajo e marcamos no período em que estava a ser assistido. Os… Ler mais →

A Árvore dos Patafúrdios

“Por incrível que pareça, por incrível que pareça, não há nada, não há nada, que não nos aconteça. Oh sorte malvada, que vida desgraçada…” O raio da música de uma das séries que fizeram parte da minha infância, não me… Ler mais →

Sem margem para errar, mas com enorme margem para melhorar

Quatro jogos, terceiro empate, desta vez em casa frente a uma daquelas equipas com as quais não devíamos perder pontos. Assim como quem não quer a coisa, à quarta jornada vemos a nossa margem de erro reduzir-se de forma drástica… Ler mais →

Que dê um passo em frente, quem continua a acreditar!

Quando, a cinco minutos do fim, Montero concluiu, com elevada nota artística, mas pouca eficácia, uma fantástica jogada envolvendo Carrillo e Rosell, pairou-me na mente o título para esta crónica: «o Leão esbanjador e o Leão sofredor». E, também por… Ler mais →

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