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doce da casa

O que faz de nós um clube tão grande quanto os maiores do mundo?

Ainda me lembro da primeira vez que isso aconteceu. Foste apanhada de surpresa, tal como eu. Tu pela inocência dos teus seis anos, eu pela inocência de, então com 38, ainda acreditar numa réstia de decência nos adultos de outras… Ler mais →

2017: Odisseia Leonina

Quantas vezes, desde o ano de 2004, te lembraste da Nave? Aquela Nave onde viajaste tu, o teu pai, quem sabe os teus filhos. Aquela Nave que viu o Kickboxing arrecadar um título de Campeão do Mundo, que viu o Hóquei em… Ler mais →

Bas Dost ou quando o legado de Kubrick se cruza com os riffs de Angus Young

Planeta terra. Ano 2017. O futebol, transformado numa máquina financeira, põe à prova a paixão dos adeptos, cada vez mais carentes de reais provas de amor ao jogo e à camisola, cada vez menos crentes na verdade do jogo jogado,… Ler mais →

O sonho

Para escutar de olhos fechados e volume no máximo    

O «limpinho, limpinho» dá muito trabalho

Olá, Jorge. Estamos a um dia do arranque de um novo campeonato e eu não podia deixá-lo começar sem conversar contigo. Uma conversa o mais sincera possível, até porque se há coisa de que não posso acusar-te é de não… Ler mais →

Sob o signo do Leão

Quantas e quantas vezes já escutaste e já cantaste a marcha, a nossa marcha, a marcha que a todos nos une, dos netos até aos avós? Quantas e quantas vezes esse momento te fez viajar no tempo, vasculhando pedaços de… Ler mais →

Filhas de um Deus menor

«Tu só queres saber do futebol feminino porque não ganhas nada no futebol a sério!». Mais palavra, menos palavra, esta frase ou já foi ou ser-te-á vendida nos próximos dias. Podia acrescentar que, na sua maioria, os vendedores são gajos… Ler mais →

As Princesas jogam à bola e vestem de verde e branco

«Pai… depois, quando eu marcar um golo, como é que vão dizer o meu nome ao microfone?» A pergunta sai-te convicta, dando-me total certeza que no teu cérebro vais testando cenários em que Alvalade se rende a um golo teu…. Ler mais →

Grita o mais alto que puderes «eu sou (d)o Sporting!»

Nesta cidade, todo policial tem de escolher: ou se corrompe, ou se omite, ou vai pra guerra… Nos últimos dias fiz o mesmo flashback várias vezes e o resultado foi sempre o mesmo: é impossível falar de mim sem referir… Ler mais →

Somos todos Mickey Goldmill (ou uma carta aberta à família Rampante)

Entranha-se. Consome-nos. Não se explica. E ao contrário do que o saber comum augura, não se torna mais fácil com o passar do tempo. Essa ideia de que nos vamos desligando serve, unicamente, para nos enganarmos a nós mesmos, ou… Ler mais →

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